A tecnologia número 1 do Brasil no tratamento de próstata aumentada.
O RE.ZUM é uma técnica moderna e minimamente invasiva para o tratamento da próstata aumentada.
Basicamente, trata-se de um tratamento minimamente invasivo que utiliza vapor de água para reduzir o tamanho da próstata em até 40%, aliviando os sintomas da HPB sem afetar a integridade da próstata e a saúde sexual.
O procedimento é realizado sem cortes, exigindo apenas uma sedação leve, e preserva a integridade da próstata.
Isso significa que você pode retornar para casa no mesmo dia, preservando as funções fisiológicas.
Os melhores candidatos para o Re.zum tem próstata entre 30-80 gramas.
Não são candidatos para este procedimento quem está em retenção urinária, está com infecção ou tem prótese peniana.
ENTÃO, O RE.ZUM É INDICADO PARA TODOS OS CASOS DE HBP?
Nem todos os casos de hiperplasia benigna da próstata necessitam de tratamento. O Re.zum, por sua vez, é indicado para alguns casos, especialmente quando outros métodos são:

Não sendo um processo cirúrgico, a aplicação da técnica Re.zum não recorre a incisões, fazendo dela um método menos agressivo.
De forma simplificada, baseia-se na destruição da parte da próstata que sofreu um aumento (por proliferação celular descontrolada) e que causa os sintomas típicos de Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP).
Como decorre este procedimento?
Através de um gerador de radiofrequência, uma quantidade controlada de água é convertida em vapor, resultando em energia térmica.
Depois, com a ajuda de um dispositivo introduzido na uretra, essa energia é distribuída em doses controladas e direcionadas para as membranas das células do tecido em excesso – desencadeando a sua necrose e posterior eliminação.
Todo o procedimento é visualizado e controlado graças a uma lente telescópica incorporada no dispositivo que distribui o vapor.

Geralmente, todos os tratamentos para a HBP apresentam alguns efeitos secundários (excepto, claro, a vigilância activa – em português mais corretamente designada por espera vigilante – praticada nos casos menos graves).
O Re.zum permite alcançar o mesmo efeito (eliminar a parte da próstata em excesso e reduzir sintomas), sem a maioria destas consequências.
O uso de medicação, por exemplo, para além de exigir a toma diária de fármacos para manter os resultados, é uma das terapêuticas com mais efeitos secundários, como por exemplo quadros de hipotensão, astenia, redução da líbido, disfunção eréctil e complicações no processo de ejaculação.
Além disso, existe a possibilidade de, com o passar do tempo, os medicamentos deixarem de produzir as melhorias sentidas inicialmente.
De igual forma, os procedimentos cirúrgicos podem causar efeitos secundários na função sexual (como a perda da ejaculação) e ainda causar complicações como apertos (estenoses) da uretra, infecção, hemorragia ou até incontinência urinária.

A disfunção sexual é um dos efeitos mais temidos associados aos tratamentos para a próstata aumentada, principalmente, para os pacientes sexualmente ativos.
A maior parte dos procedimentos pode prejudicar a função sexual. O mesmo não acontece com o Re.zum. Até à data, é o tratamento que menos casos de disfunção sexual provoca, como foi demonstrado nos pacientes analisados em inúmeros estudos.

Os bons resultados são umas das razões que fazem do Re.zum uma técnica promissora, que se conseguiu impor por entre outras técnicas – aparentemente vantajosas, como a embolização prostática ou a Ablação Transuretral por Agulhas, mas cujos resultados não são duradouros.
Apesar de, depois do tratamento, os sintomas parecem manter-se ou mesmo agravar-se durante algum tempo, por causa do edema causado pelo tratamento, as melhorias clínicas ocorrem logo após o primeiro mês (e de forma mais evidente após as 6-8 semanas), com o alívio a prolongar-se e a manter-se ao longo dos anos.
Constatou-se em diversos estudos que, 5 anos após o tratamento, 95% dos doentes que efectuaram a técnica de Re.zum não precisaram de outros tratamentos.
Assim, depois do tratamento com a técnica Re.zum, são identificadas melhorias nos seguintes indicadores:
Contudo, cada caso é um caso, pelo que a evolução dos resultados depende da resposta de cada paciente ao tratamento.

Este método é realizado em ambulatório, com recurso a uma anestesia local ou sedação, pelo que não exige tempo de internamento. O paciente tem alta no mesmo dia.
Trata-se de um procedimento rápido e simples, com a aplicação de 2 a 7 injeções durante poucos segundos em cada zona, sendo realizado uma só vez.
Isto significa que pode retomar a sua vida normal em poucos dias.

Com a energia térmica a ser aplicada de forma direcionada, é possível preservar o tecido ao redor da área tratada.
Além disso, o dispositivo incorpora alguns mecanismos e recursos de segurança, que protege a uretra de sofrer superaquecimento.
A sua segurança é aprovada pela Food and Drugs Administration desde 2015.
É importante avaliar seu caso em consulta (presencial ou mesmo online) para saber se essa técnica é a melhor solução para seu caso.
Dê um passo em direção à melhoria da sua saúde e do seu bem-estar.
Não deixe que a HPB controle sua vida.
Marque uma avaliação para encontrar a melhor solução para seu caso e recuperar sua qualidade de vida e saúde.
Os resultados publicados até hoje são de 5 anos de acompanhamento após a cirurgia. Neste período, apenas 5% dos pacientes necessitavam de algum outro procedimento de desobstrução.
Caso a técnica não funcione, o que é muito raro, é possível realizar qualquer outro procedimento.
A redução do tamanho da próstata é de cerca de 30% a 40% do volume total.
Embora exista uma recomendação para que se utilize apenas para próstatas com menos de 80 gramas de tamanho, existem experiências com próstatas maiores e resultados semelhantes.
O Re.zum pode ser repetido se necessário, sem nenhuma dificuldade.
Para haver melhora no fluxo de urina o tempo pode variar, a partir de 1 semana. A melhora do fluxo urinário pode ocorrer até 3 meses após o procedimento.
É possível suspender os medicamentos de uso regular para a próstata aumentada após o procedimento.
Os resultados do Re.zum em 5 anos são bem animadores, com apenas 5% de recorrência.
Por ser um procedimento pouco invasivo e não interferir nos nervos responsáveis pela ereção, o procedimento mantém a ereção inalterada.
Os riscos são de retenção urinária após o procedimento, que é temporário; além de uma taxa de recidiva um pouco maior que outras técnicas a laser, 5% em 5 anos.
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